10 Fatos sobre o Corinthians, campeão paulista de 2017


Time conquista segundo título na Arena Corinthians. No século 21 só ganhou Paulistões em anos ímpares. 



O Corinthians é o campeão paulista de 2017. Taça levantada após empate em 1-1 no confronto válido pela segunda final ante a Ponte Preta, na Arena Corinthians, na tarde deste domingo, Muitas características marcantes desta conquista podem ser destacadas, confira 10 fatos sobre o 28º título paulista do Timão:

Segundo título na Arena Corinthians
A final do Campeonato Paulista 2017 foi a primeira vencida na Arena Corinthians, o útimo jogo de uma campanha, mas não foi o primeiro título ganhado na moderníssima casa corintiana. O primeiro título da Arena da Copa do Mundo 2014 foi o Campeonato Brasileiro de 2015, cujo estádio era a casa da equipe. A primeira vitória na primeira final disputada no estádio veio, coincidentemente, no centésimo jogo do Corinthians na Arena.

Ano ímpar é Timão
No século 21, o Corinthians só foi campeão estadual em anos ímpares. Na verdade desde 1988, há 29 anos portanto, o alvinegro de Pq. S. Jorge não conquista um Paulistão em anos pares. Das 28 conquistas estaduais, 17 foram em anos ímpares.

A "primeira" conquista de Fábio Carille no Corinthians
No Corinthians desde 2009, o técnico conquistou vários outros títulos como membro da comissão técnica, incluindo dois Campeonatos Brasileiros (2011 e 2015), Copa Libertadores (2012), Mundial (2012), Recopa Sul-Americana (2012) e o Paulistão (2013). Mas agora ele é o comandante, tudo é diferente. Coincidentemente o 28º título paulista sob o comando de Carille vem justamente após o 28º jogo dele como técnico principal.

O Jadson 10
Curiosamente nesta final, o Jadson que vestiu a camisa 10 foi o da Ponte Preta. O meia corintiano, camisa 10 em 2015, utilizou a camisa 77 em homenagem à quebra do jejum em 1977. Jadson já sinalizou à diretoria que quer de volta o antigo número, vago desde a saída de Guilherme.

A Redenção de Rodriguinho
Visto sempre com muita desconfiança por boa parte da torcida desde a primeira passagem pelo Corinthians, em 2013. O camisa 26 fez, certamente, o melhor campeonato vestindo a camisa alvinegra e chamou a atenção da torcida ao atrair para si a responsabilidade em jogos decisivos como nas semifinais contra o São Paulo e na primeira final ante a Ponte.

Recorde de público
Mais de 46017 pessoas estiveram presentes na Arena Corinthians, batendo o recorde de público do local sem as arquibancadas móveis instaladas para a Copa do Mundo. Contando as duas fases, o recorde da Arena foi na semifinal da Copa do Mundo 2014 entre Holanda e Argentina, 63267 pessoas.

Volta dos sinalizadores?
No segundo tempo da final, vários sinalizadores foram acesos na torcida do Corinthians. A arbitragem decidiu continuar o jogo ao invés da estúpida atitude de parar a partida. O acessório, em si, é inofensivo e vendido sem restrição alguma. Será que vão acabar com essa babaquice de ficar criminalizando um objeto inofensivo por conta de um crime cometido com outro completamente diferente? Tomara, porque esse negócio de parar jogo por causa disso já está ficando chato.

Romero x Basilio
Obviamente que o gol marcado por Ángel Romero não teve um pingo da importância do tento redentor do camisa 8 daquela final em 1977. O fato do camisa 11 ter marcado é simbólico pois Romero é um jogador como foi Basílio. Não é craque porém tem uma importância coletiva gigantesca para a equipe.

Sem medo de usar a base
Característica das mais marcantes no planejamento do Corinthians no Campeonato Paulista de 2017 foi o aproveitamento da base no elenco principal. Do time que entrou em campo na final, Fágner, Guilherme Arana, Maycon e Jô foram crias do Terrão corintiano. Outros advindos da base tiveram boa participação na conquista como Caíque, Léo Jabá, Pedro Henrique, Marciel, Pedrinho e Léo Príncipe.

Semelhanças com os times de 1977, 1990 e 1990
Longe das ridículas comparações de quem é melhor que quem, o time campeão paulista de 2017 guarda uma característica semelhante a outros elencos campeões pelo Corinthians que não dá para deixar de notar. Assim como os times campeões paulista em 1977, brasileiro em 1990 e mundial em 2012, o Corinthians de 2017 também é um time sem estrelas mas com uma força de conjunto, aplicação tática e raça impressionantes.

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